Aproveitando o assunto que está sendo citado tantas vezes por aqui no blog ( e por toda a rede) falarei sobre... MÚSICA !
Pra começar; a definição: “A arte de combinar os sons./ A teoria dessa arte./ realização prática dessa arte.//”. A partir dessas frases é possível se pensar: Será que todos que se afirmam músicos, realmente são? (e antes de responder, dê uma ênfase em ARTE, é bem importante não se esquecer dessa pARTE).
Eu, que fique bem claro, Eu, classifico bandas e artistas como bons e promissores, quando e somente quando eles são surpreendentemente originais e preparados, com plena noção do que estão fazendo e que dão devida importância à isso. Antes, pelo menos pra mim parecia simples fazer essa distinção, sei lá, eu escutava, pesquisava, gostava, adquiria ilegalmente as músicas na internet [hehe- assunto pra outro post] e curtia no meu tocador de mp3 superhumilhado hoje pelos mp11 000 /detalhe desnecessário/ [e outro assunto pra post]. Mas então voltando, meus critérios não estão mais correspondendo às ofertas do mercado atual !!! A parte do ‘escutava’ me assusta de vez em quando, mas pra não falar mal assim na 1ª, eu passo pro ‘pesquisava’ essa sim é a parte crítica do processo é nesse meio tempo que se descobre bandas colecionadoras de calças coloridas e viciadOS no cabelo liso estruturado (pra não dizer lotado de laquê) que nem deve ser resultado de chapinha eu aposto na escova progressiva certeza. E é agora ainda nessa parte eu paro pra pensar, antes eu pesquisava sobre a música desses novos artistas em minha vida; atualmente, quando eu procuro, o que encontro são uma linha de roupas “descoladas”, que provam a originalidade (tenho que ser imparcial até certo ponto; eu disse que originalidade era importante) e músicas que foram horrorosamente produzidas sem a mínima noção do que estavam fazendo e sem dar importância à isso, que eu resumo em falta de qualidade.(Ah, e parte do gostava, adquiria ilegalmente... e curtia nem rola mais com certas bandas, por que será né?!) Aí vem os sensacionalistas ou melhor, (meninas loucas que queriam ter participado da menudomania, mas nasceram tarde demais então viraram fãs de vampiros séquisses, colegiais mexicanas e norte americanas e pasmem: garotos de “chapinha”, usando calças coladas coloridas e camisetas dizendo “Oi, eu pareço uma futura drag queen; mas licença que eu tenho estilo e as meninas me adoram – I LOVE NY- ” ) eu tenho certeza que você leu essa frase e sua voz interior colocou um tom feminino na leitura, pelo menos no final, agora leia de novo a frase imaginado uma voz masculina... viu?! Não combina! Mas aí elas respondem “Ah mas as letras são muito fofas e eles também!” então eu respondo: em uma única música eles rimam bye bye adivinha com o que ?!! bye bye também. E se você acertar o nome dessa linda canção de rimas originais com certeza você é um fã. Não acredito! É bye bye !!! Está vendo?! Eles são sensacionais e super criativos.
Voltando... e deixando a ironia de lado, febres e manias são fases de toda as gerações, a diferença das últimas para as mais antigas é que elas não duram; pelo simples fato que não tem qualidade e propósito suficientes pra se sustentar, um exemplo contrário à isso é a beatlemania que prova a minha teoria de classificação :D.
Pois é, maníacas por “estilo”, (que pelo jeito é o que conta como se diz o resto música é resto) mas é a qualidade que vai contar por quanto tempo vocês irão amar esses “artistas” até chegarem ao ponto dessa conversa:
Ex-maníaca: _ Ô filha abaixa esse som, fica escutando esses barulhos! Coisa chata!
Filha da ex-maníaca: _ Ai mãe dá licença, na minha idade você escutava aqueles caras que são drags agora... como é o nome mesmo?! Ah whateeever...
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- a galerinha colorida brasileira copiou essa galerinha estrangeira /pra variar/
Me desculpem os fãs mas o que mais me incomoda não são as músicas em si (tavez) e sim, a importância que é dada ao estilo da banda ao invés das próprias músicas.









